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O Perfil do Mercado de Segurança Eletrônica

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) retrata o perfil do mercado de segurança eletrônica como promissor no país, apresentando amplo potencial de expansão. O crescimento deve-se principalmente à necessidade crescente que empresas e instituições têm de proteger seus ativos com o aumento da violência nas cidades.

Atualmente, é milionário o mercado de segurança eletrônica, que movimenta US$ 700 milhões por ano em todo o país. Porém, apenas 10% das residências e estabelecimentos comerciais dispõem de sistemas de monitoramento por alarmes, no entanto o mercado é competitivo. Segundo dados da ABESE, o Brasil já possui cinco mil empresas especializadas no setor, além da concorrência do segmento informal.

De acordo com a instituição, o mercado apresenta uma média de crescimento de 10% ao ano, com perspectiva de aumentar este índice em decorrência à segurança eletrônica desempenhar um papel importante na parceria com a segurança pública.

Entre os principais equipamentos oferecidos pelo mercado de segurança brasileiro, estão os circuitos de internos de televisão, monitoramento de sinal, monitoramento de imagens ã distância, controle de acesso comercial e residencial, proteção perimetral nos condomínios por meio de sensores infravermelhos, entre muitos outros.

 

A importância de um bom projeto de sistema eletrônico de segurança

Um bom projeto de sistema eletrônico de segurança é definido ao se realizar uma boa análise de risco do imóvel. É nesta fase que se considera as necessidades de segurança do cliente. Caso essa análise seja superficial ou errônea, todo o projeto do sistema pode ficar prejudicado. Daí, o fato da análise de risco ser fundamental para o projeto.

Na suposição de que a análise de riscos não seja bem realizada, o projeto poderá ser falho, sendo inadequado ao local, ao usuário ou ao tipo de atividade exercida. Poderá então haver falhas de iluminação, de sensores inadequados, da falta de sensores em determinados lugares e de falha de transmissão de sinais de comunicação, entre outros. Logo, o grande culpado do problema será o equipamento eletrônico, que por fim, ficará desacreditado e desvalorizado, enquanto o verdadeiro problema estava no mau dimensionamento das necessidades existentes, ou seja, uma análise de risco inadequada. É de extrema importância que o cliente que esteja adquirindo um sistema eletrônico de segurança, relacione todos os pontos vulneráveis de seu imóvel, bem como ocorrências que podem ter existido, para que junto com o consultor da empresa estude o melhor projeto para o local.

 

Claro que todo projeto está relacionado aos recursos financeiros que o cliente está disposto a investir, neste caso, o projeto tem que dar cobertura completa ao local, sem que o transforme, desnecessariamente em uma fortaleza.

Para a realização de um bom projeto, o cliente deve ainda estudar com a empresa: os recursos técnicos existentes (tecnologia a ser utilizada – alarmes, CFTV, controle de acesso, etc. – e produtos) e a infraestrutura do local (tubulações disponíveis e exclusivas por onde serão passados os fios que ligam os sensores a central de alarme). Este estudo deve resultar em uma planta projetando todo o sistema, de forma que fique bem claro ao cliente o que será feito.

A empresa também tem que estar atenta e exigir:

Contrato de compra do serviço;

  • Saber quanto tempo demora a instalação e combinar horários e dias disponíveis e que sejam permitidos, em caso de condomínios, para realizar o trabalho de instalação;
  • Qual programação será feita e como irá funcionar;
  • Realizar teste do sistema;
  • Fazer treinamento com todos os usuários do sistema;
  • Quando e em quanto tempo serão realizadas as manutenções do sistema;
  • Todo sistema eletrônico deve pertencer a um plano integrado de segurança (Equipamento, treinamento, normas de conduta, rotinas, etc.).